Diagnóstico precoce e suspeita clínica das Doenças Hereditárias da Retina (DHRs)

imagem estilizada que simula um olho em um teste de visão de cores. Está escrito: "Diagnóstico precoce e suspeita clínica das Doenças Hereditárias da Retina (DHRs)" e há a logo da Retina Brasil.

As Doenças Hereditárias da Retina (DHRs) são doenças de caráter hereditário, com diferentes padrões de herança genética. Além de degenerar as células da retina, as DHRs provocam a perda progressiva da visão, podendo levar o paciente à cegueira. Veja quais são essas doenças, seus sintomas iniciais e a importância do diagnóstico precoce.

Quais são as Doenças Hereditárias da Retina (DHRs)?

As principais Doenças Hereditárias da Retina são: Retinose Pigmentar, Doença de Stargardt, Síndrome de Usher (USH), Acromatopsia, Amaurose congênita de Leber, Atrofia óptica dominante, Coroideremia, Distrofias de Cones, Distrofias de cones e bastonetes, Distrofia macular de Sorsby, Doença de Best, Doença de Refsum, Neuropatia óptica de Leber, Retinosquise juvenil, Síndrome de Bardet-Biedl e Albinismo.

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Sintomas e sinais iniciais que podem auxiliar na suspeita clínica

  • cegueira noturna – que se caracteriza pela dificuldade de enxergar em ambientes com baixa iluminação ou à noite.
  • fotofobia (sensibilidade e intolerância à alta luminosidade)
  • pessoa que tropeça muito ou não percebe as pessoas ou objetos ao seu lado causado pela a restrição do campo visual, ou seja, perda da visão periférica (lateral)
  • dificuldade de leitura, de identificação de pessoas e da percepção de detalhes mesmo com o usos de óculos

Diagnóstico precoce e suspeita clínica

O diagnóstico das doenças hereditárias da retina deve ser feito por médico oftalmologista especialista em doenças hereditárias da retina. A suspeita clínica dessas doenças pode acontecer também por outros médicos, como o oftalmologista pediatra, o pediatra, etc. Essa suspeita clínica é importante para que o encaminhando ao oftalmologista especialista em em doenças hereditárias da retina ocorra o quanto antes, evitando desgaste para a família e obtendo o diagnóstico de forma precoce. Portanto, conscientizar sobre os sintomas dessas doenças raras é fundamental para otimizar a jornada do paciente e assim dirimir os impactos do processo da busca pelo diagnóstico.

O diagnóstico é feito a partir da avaliação médica e de exames clínicos. O exame de sequenciamento genético é também fundamental para as pessoas com doenças hereditárias da retina. Quanto mais precoce for o diagnóstico melhor, pois a pessoa e a família podem receber as orientações adequadas com tempo para se planejar e procurar os serviços de reabilitação e de baixa visão necessários.

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Dia Nacional do Combate ao Glaucoma

#PraCegoVer imagem ilustrativa. NA imagem há duas fotografia iguais, uma na parte superior e outra na parte inferior. A fotografia na parte ifnerior está com toda a perifieria escurecida, simulando uma perda de Campo Visual típica do Glaucoma. Está escrito "Dia Nacional do Combate ao Glaucoma" e há as logos da Retian Brasil e na Novartis.

Dia 26 de maio é o Dia Nacional do Combate ao Glaucoma . Data para falar sobre a doença e sua prevenção. O Glaucoma é uma doença ocular que provoca lesão no nervo óptico, podendo gerar perda de campo visual e levar à cegueira. Ela representa uma das maiores causas de cegueira do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 64 milhões de pessoas sofrem com o Glaucoma. A doença não tem cura, mas pode ser tratada, por isso o diagnóstico precoce é essencial.

O tratamento para o Glaucoma, na maioria das vezes, é simples e envolve o uso de colírios. A melhor forma para evitar a perda visual causada pela doença é consultar periodicamente o oftalmologista, obter um diagnóstico precoce, e realizar o tratamento adequado.

Tipos de Glaucoma:

O tipo mais comum de Glaucoma (cerca de 80% dos casos) é o Glaucoma crônico simples ou glaucoma de ângulo aberto. Ele é causado por uma obstrução do escoamento de um líquido, chamado humor aquoso. O acúmulo desse líquido, no olho, gera aumento da pressão ocular. O Glaucoma crônico atinge pessoas acima de 35 anos e pode ser assintomático, assim, percebe-se a doença quando a visão se torna ‘tubular”, ou seja, quando já há perda visual. 

Outros tipos de Glaucoma são o Glaucoma Congênito e o Glaucoma Secundário. No Glaucoma Congênito, os recém-nascidos apresentam globos oculares aumentados e córneas embaçadas. O tratamento é cirúrgico. O Glaucoma secundário tem várias causas, ele pode ocorrer após cirurgia ocular, catarata avançada, uveítes, diabetes, traumas ou uso de corticoides.

Referências:

file:///C:/Users/Marina/Documents/Retina%20Brasil/Artigos,%20material%20infomrativo,%20etc/9789241516570-eng.pdf 

http://www.cbo.net.br/novo/publico-geral/glaucoma.php 

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