Agradecemos todas as contribuições na Consulta Pública 67 da Conitec

Ao fundo aparece uma foto de uma flor. O texto no topo diz: OBRIGADA!. No centro, alinhado à esquerda o texto diz: Sua colaboração foi muito importante para aqueles que necessitam que o tratamento seja disponibilizado pelo SUS. No canto inferior esquerdo há a logo da Retina Brasil e no centro a #RPE65.

Agradecemos todas as contribuições na Consulta Pública 67 da Conitec

Foram mais de 3.600 contribuições nessa Consulta Pública. Esse é um número bem expressivo de opiniões da sociedade sobre a incorporação de uma medicação para uma doença rara.

A Consulta Pública 67 da Conitec ficou disponível para receber contribuições durante 20 dias entre os dias 21 de julho e 09 de agosto. A tecnologia sob análise é o voretigene neparvoveque para tratar pacientes adultos e pediátricos com Amaurose Congênita de Leber e Retinose Pigmentar causadas por mutações no gene RPE65. Essa consulta Pública recebeu mais de 3.600 contribuições que não teríamos conseguido sem seu apoio a causa. A divulgação e engajamento da comunidade faz a diferença!

Sua contribuição foi de grande ajuda para apoiar aqueles que precisam dessa medicação. Agradecemos as contribuições, divulgações para familiares e amigos, colaborações e apoio durante esse momento. Nossa organização e união neste momento é muito importante para mostrarmos que nossas vozes precisam e merecem ser ouvidas.

Hoje estamos lutando para incorporação no SUS da primeira medicação para uma doença hereditária da retina. No futuro esperamos lutar para que outros tratamentos vindouros estejam disponíveis para todos.

Muito OBRIGADA novamente pelo apoio!!!

O que é terapia gênica?

imagem de um filamento de DNA com corte em um segmento. Está escrito: "O que são terapias gênicas?:" e há a logo da Retina Brasiil

A terapia gênica consiste na introdução de material genético em uma célula alvo, com o objetivo de alterar o produto genético das células e logo o seu funcionamento. As terapia gênicas visam tratar ou interromper a progressão de doenças hereditárias, ou seja, de causa genética. A terapia gênicaa permite que as células afetadas recuperem algumas de suas funções e produzam as proteínas necessárias para o seu funcionamento. O conceito de terapia gênica existe há mais de 50 anos e muita pesquisa já foi realizada desde então, visando desenvolvimento de métodos de entrega dos genes, segurança e eficácia. Atualmente existem milhares de pesquisas clínicas em terapia gênicas para diversas doenças. Entenda melhor sobre os tipos de terapia gênicas para as doenças hereditárias da retina.

Alguns tipos de Terapia Gênica para as Doenças Hereditárias da Retina (DHRs)

Aumento do gene: entrega de cópia funcionante do gene

É o tipo de terapia gênica que utiliza vetores virais e ou sintéticos para a entrega do gene, um vetor bem conhecido é o adenovírus. Existem outros vetores virais sendo estudados como o lentivírus e até técnicas de utilização de dois vetores virais combinados, vetor viral duplo. O desafio na utilização do uso de vetores virais, como o adenovírus, é o tamanho do vírus e dos genes. Alguns genes são muito grandes e não conseguem ser introduzidos no adenovírus, por essa e outras razões é que existem estudos utilizando outros vetores víruas, vetores sintéticos e os vetores duplos. Existem pesquisas utilizando essa técnica para diversos genes que causam doenças da retina.

O voretigeno nevarvoque (nome comercial Luxturna) que é a primeira terapia gênica aprovada para uma doença da retina que utiliza essa técnica. Nesse caso um adenovírus modificado é introduzido na retina levando a cópia correta do gene RPE65.

Leia mais sobre Direitos

Leia mais sobre Tecnologia Assistiva

Saiba mais sobre as Doenças Comuns da Retina (DMRI, Retinopatia Diabética, etc.)

Saiba mais sobre as Doenças Raras e Hereditárias da Retina (Retinose Pigmentar, Síndrome de Usher, Doença de Stargardt, etc.)

Inativação do gene: bloqueio da expressão do gene deletério

Esse conceito é interessante para tratar doenças autossômicas dominantes, que acontecem quando a doença se manifesta bastando que a pessoa afetada tenha uma cópia do gene. A ideia é bloquear a expressão do gene causador da doença. Há pesquisas desse tipo para o gene da Rodopsina e doença autossômica dominante de Best.

Editing Antisense Oligonucleotide (EAONS): correção do defeito alvo após a transcrição, mas antes da translação

Nessa técnica são introduzidas moléculas de RNA nas células alvo. Para as doenças da retina essa técnica tem a vantagem de tratar toda a retina e não apenas a região que recebeu a medicação como no caso das terapias gênicas que utilizam vetores virais. A desvantagem é que são necessárias aplicações frequentes da medicação. Essa técnica não modifica o DNA do paciente, é destinada a mutações específicas dos genes, não é necessário nenhum vetor de entrega e a introdução da medicação é feita por injeções intra vitreo. Existem pesquisas utilizando essa técnica para casos específicos de Amaurose Congênita de Leber, Síndrome de Usher, entre outras doenças.

Edição genética CRIPR, sistema CRISPR (Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats)

O CRIPR usa uma combinação de duas moléculas para editar o gene: uma enzima para modificar o gene e uma guia de RNA que ajuda a localizar o segmento a ser editado. Existem pesquisas utilizando essa técnica para algumas doenças da retina, como para a Amaurose Congênita de Leber.

Veja mais sobre as terapias gênicas para as doenças hereditárias da retina:

 

Considerações finais

A única terapia gênica aprovada para uma doença hereditária da retina é a medicação voretigeno nevarpoveque (nome comercial Luxturna). Essa terapia é exclusiva para pessoas com retinose pigmentar e amaurose congênita de leber relacionada à mutações bialélicas no gene RPE65. É uma terapia que utiliza um adenovírus modificado que é introduzido na retina, levando cópia correta do gene RPE65.

Apesar de haver apenas uma terapia gênica aprovada até o momento, a notícia boa é que existem muitas pesquisas em andamento para diferentes genes e com distintas técnicas. Existem pesquisas de terapia gênica para outros tipos de amaurose congênita de leber e retinose pigmentar, Síndrome de Usher, Doença de Stargardt , etc. As pesquisas têm colaborado para o desenvolvimento de novas técnicas, como os olé nucleotídeos (RNA), terapias de vetor viral duplo, técnica do CRIPR, etc.

Veja mais sobre o Luxturna:

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Leia mais sobre Tecnologia Assistiva

Saiba mais sobre as Doenças Comuns da Retina (DMRI, Retinopatia Diabética, etc.)

Saiba mais sobre as Doenças Raras e Hereditárias da Retina (Retinose Pigmentar, Síndrome de Usher, Doença de Stargardt, etc.)

Faltam 2 dias para o fim da Consulta Pública 67

ao fundo aparece uma foto de pessoas com máscara protestando. O texto no topo diz: FALTAM 2 DIAS. No centro, alinhado à esquerda o texto diz: Participe da consulta pública número 67 para evitar a perda irreversível da visão de crianças e jovens. No canto inferior esquerdo há a logo da Retina Brasil, no centro a #RPE65 e no canto inferior direito um desenho de uma mulher com megafone e um homem com os braços para cima, protestando

Faltam 2 dias para o fim da Consulta Pública 67

Você ainda pode opinar na Consulta Pública sobre a incorporação no SUS da PRIMEIRA MEDICAÇÃO APROVADA para tratar uma doença hereditária da retina no mundo.

Até a próxima SEGUNDA-FEIRA (09 de agosto) a Conitec aguarda nossas opiniões na consulta pública 67 que está analisando a incorporação do voretigene neparvoveque (LUXTURNA) no SUS. Basta preencher o formulário

CLICANDO AQUI!

Mostre seu apoio para que as pessoas tenham acesso ao ÚNICO tratamento que pode reverter uma perda visual severa.. Dê sua opinião na consulta pública 67 da Conitec. Basta preencher o formulário e dizer que é A FAVOR DA INCORPORAÇÃO DO MEDICAMENTO NO SUS.

As pessoas com mutações no gene RPE65 apresentam perda visual severa desde a infância. Sem tratamento, a doença evoluirá para uma cegueira IRREVERSIVEL.

Hoje temos uma medicação para que esses indivíduos não fiquem totalmente cegos. Opine na consulta pública 67 e lute contra a cegueira.

Esses jovens necessitam que a medicação esteja disponível no SUS para receberem seus tratamentos. A saúde é um direito de todos. Opine nessa consulta pública para que o direito dessas pessoas seja garantido.

Lembrando que a participação é gratuita e ATÉ DIA 09 DE AGOSTO. Basta preencher o formulário abaixo.

Clique aqui para opinar

Sua opinião será importante para garantir que essas pessoas tenham a chance de estabilizar a perda IRREVERSIVEL da visão.

Colabore para manter a visão de crianças e jovens adultos

Colabore para manter a visão de crianças e jovens adultos!

Opine na consulta pública sobre a incorporação no SUS da PRIMEIRA MEDICAÇÃO APROVADA para tratar uma doença hereditária da retina no mundo.

Como? Opinando até o dia 09 de agosto na consulta pública 67 da Conitec que está analisando a incorporação do voretigene neparvovec no SUS. Basta preencher o formulário .

Se você é favorável que as pessoas tenham acesso ao ÚNICO tratamento que pode reverter uma perda visual severa, dê sua opinião na consulta pública 67 da Conitec. Basta preencher o formulário e dizer que é A FAVOR DA INCORPORAÇÃO DO MEDICAMENTO NO SUS.

A medicação em avaliação é o voretigene neparvoveque (conhecido como LUXTURNA). Essa medicação é responsável por reverter a perda da visão. Se não tratados, crianças e jovens com distrofias de retina causadas por mutações no gene RPE65 continuarão com a perda progressiva da visão evoluindo para cegueira.

Hoje temos uma medicação para que esses indivíduos não fiquem totalmente cegos. Opine na consulta pública 67 e lute contra a cegueira.

Lembrando que a participação é gratuita e ATÉ DIA 09 DE AGOSTO. Basta preencher o formulário abaixo.

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Sua opinião será importante para quem tem a possibilidade de estabilizar a perda IRREVERSIVEL da visão.

 

Ajude a Laura a conseguir seu tratamento

Ajude a Laura a conseguir seu tratamento

Opine na consulta pública 67 da Conitec 

A Laura tem seis anos e uma doença hereditária da retina. Essa doença se não tratada pode levar essa menina a ter uma perda visual IRREVERSIVEL. Essa distrofia retiniana afeta sua percepção de luz, sua visão periférica e a central também. Felizmente para Laura existe um tratamento com a medicação LUXTURNA. A doença ocorre de maneira progressiva e quanto antes ela tiver acesso ao tratamento melhor  será a chance de melhora da visão .

Assista ao depoimento de Laura: https://www.instagram.com/p/CSHZREEAW1r/?utm_medium=share_sheet 

Essa medicação é  inovadora e por isso também tem alto custo. Atualmente este medicamento esta sendo analisado para incorporação no SUS, mas a Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias e Medicamentos no SUS) deu um parecer inicial de não incorporação.

Agora estamos em fase de consulta pública e podemos mudar essa posição. A Consulta pública 67 da Conitec trata da incorporação do voretigene neparvovec (conhecido como LUXTURNA) no SUS. Após analisar cada uma das opiniões da consulta pública, a Conitec emitirá seu parecer final.

Nesse momento CADA VOZ CONTA!

Opine aqui!

Apoie a Laura, sua irmã e muitos outros jovens na luta contra a cegueira.

Nessa consulta pública além de marcar o campo que diz se você é a favor da incorporação dessa medicação,  existe um campo para que você coloque sua opnião. Nesse campo você pode contribuir com seu ponto de vista.

Cada colaboração conta muito para mostrarmos nosso apoio a Laura e todos que venham se beneficiar desse tratamento.

Mutações bialélicas no gene RPE65

Ao fundo aparece uma foto de pessoas com máscara protestando. O texto no topo diz: Mutações bialélicas no gene RPE65. No centro, alinhado à esquerda o texto diz: Pessoas com mutações no gene RPE65 apresentam perda visual desde a infância. Sem tratamento a perda pode ser irreversível. No canto inferior esquerdo há a logo da Retina Brasil, no centro a #RPE65 e no canto inferior direito um desenho de uma mulher com megafone e um homem com os braços para cima, protestando.

As mutações bialélicas no gene RPE65

Existem duas doenças hereditárias da Retina que são causadas por mutações bialélicas no gene RPE65, são elas a Amaurose Congênita de Leber (ACL) e a Retinose Pigmentar (RP). Essas degenerações retinianas podem apresentar sintomas desde a infância. Os sintomas mais comuns para Amaurose Congênita de Leber são a dificuldade em focar objetos, as crianças costumam apertar os olhos, em alguns casos apresentam nistagmo (movimento involuntário dos olhos) e a cegueira noturna (quando a visão piora em ambientes com pouca luminosidade).

Contribua, aqui, na consulta pública para que crianças e jovens com essas distrofias não percam a visão existindo um tratamento.

Essas mutações no gene RPE65 fazem com que as células fotorreceptoras da não metabolizem de forma adequada uma enzima especifica da vitamina A. A perda na visão se da de forma progressiva podendo levar a cegueira completa.

As doenças causadas por mutações no gene RPE65 são de caráter autossômico recessivo. Significando que, para apresentar a doença deve ser herdada uma cópia mutada de cada progenitor. Os progenitores podem carregam uma cópia sadia e outra copia com a mutação. A doença só se manifesta quando ambas as copias do gene deste individuo tem a mutação.

Por tanto, essas doenças são consideradas hereditárias pois, as mutações no gene são provenientes dos pais. Isso faz com que muitas vezes exista mais de um irmão na familia com a distrofia de retina.

Prevalência dessas distrofias de retina

A prevalência global da Retinose Pigmentar é relatada como variando entre 1 caso a cada 2.500 pessoas e 1 caso a cada 7.000 pessoas. Já a prevalência da Amaurose Congênita de Leber (ACL) é estimada entre 1 em 50.000 e 1 em 100.000 pessoas.

Deste modo, ambas as doenças são consideradas raras. Uma vez que a OMS considera como rara uma doença com uma prevalência de até 65 afetados em 100 mil pessoas.

Contudo, apenas uma parte dessas doenças é causada por mutações no gene RPE65. Atualmente a ciência atribui apenas 2% dos casos diagnosticados de Retinose Pigmentar sendo causada por mutações de RPE65. Deste modo, esses casos são considerados ultrarraros devido a sua prevalência na população em geral.

O único tratamento aprovado para uma DHR

Após muitos anos de desesperança e pesquisas cientificas, atualmente temos uma primeira medicação aprovada para o tratamento de uma doença hereditária da retina. O voretigeno nevarpoveque (comercializado como LUXTURNA) teve seu registro de comercialização aprovado em agência reguladora em 2017 no FDA (EUA) e no ano de 2020 foi aprovada para uso no Brasil pela ANVISA,

Anterior a isso, ao serem diagnosticados com essas doenças as pessoas não possuíam perspectivas de futuros tratamentos. Felizmente a ciência vem evoluindo e trazendo esperança para tantas pessoas com essas condições.

Esse medicamento que é utilizado para tratar crianças e jovens adultos com mutações no gene RPE65 se baseia na adição do gene sadio na retina. Isso faz com que as células fotorreceptoras que anteriormente não funcionavam de forma adequada, agora o façam. Para que este tratamento funcione é necessário ter células fotorreceptoras ainda viáveis.

Para pessoas com mutação no gene RPE65 o tratamento já é uma realidade! Existem pesquisas em fase de testes clínicos para outras mutações genicas. No momento temos a oportunidade de contribuir para que esta medicação seja incorporada no SUS!

Apoie essa luta importante contra a cegueira participando da consulta pública 67 da Conitec!

Faltam 10 dias para o fim da consulta pública 67

Ao fundo aparece uma foto de pessoas com máscara protestando. O texto no topo diz: FALTAM 10 DIAS. No centro, alinhado a esquerda o texto diz: Participe da consulta pública número 67 para evitar a perda irreversível da visão de crianças e jovens. No canto inferior esquerdo há a logo da Retina Brasil, no centro a #RPE65 e no canto inferior direito um desenho de uma mulher com megafone e um homem com os braços pra cima, protestando.

Faltam 10 dias para o fim da consulta pública 67

Participe na consulta pública 67 para evitar a perda irreversível da visão!

Contribua Aqui!

Não perca a chance de contribuir para que dezenas de crianças e jovens adultos tenham um futuro melhor !

Essas doenças hereditárias da retina são causadoras de perdas moderadas a severas na visão e podem causar em muitos casos a cegueira. Atualmente apenas uma dessas doenças tem tratamento para um único gene. Atualmente no Brasil está autorizada o uso do LUXTURNA que é indicado para tratamento de pacientes com mutações bialelicas no gene RPE65. Esse medicamento tem alto custo. A incorporação desta medicação no SUS é extremamente importante para dar acesso a todos que possam se beneficiar dessa  terapia. Atualmente está aberta a consulta pública 67 para ouvir daqueles que conhecem como é viver com uma doença hereditária da retina. Contamos com você para se unir a nós nesse momento tão importante!

 

#RPE65 #RETINA #RP #ACL #CONITEC #CONSULTAPUBLICA #SUS #RETINABRASIL #TRATAMENTO #LUXTURNA

Dra. Juliana Sallum conta detalhes da primeira terapia gênica com Luxturna da América Latina

Convite com fundo verde, com os logos da Bengala Verde Brasil e Retina São Paulo, foto dos participantes da Live Dra. Juliana Sallum e Rodrigo Bueno e informações com data e horário da live e canais do YouTube e Facebook da Bengala Verde Brasil. Na parte de baixo estão os logos da Unifesp e Instituto de Genética Ocular.

A Profa. Dra. Juliana Sallum, médica geneticista da UNIFESP, irá conversar conosco sobre os detalhes da histórica primeira terapia gênica para tratar pacientes com degeneração na retina provocada por mutações no gene RPE65. A Dra. Juliana coordena equipe que desenvolveu os trabalhos sobre o gene RPE65.

Participe da Live. Convide seus amigos e familiares.

Informações:
👉 Dia 10 de junho de 2021, quinta-feira, às 19h30 pelo Facebook e Youtube da Bengala Verde Brasil.

👉 Youtube Bengala Verde Brasil:

https://www.youtube.com/channel/UCxseYGXyozRf3wlkuJKw98A

👉 Facebook Bengala Verde Brasil:

https://www.facebook.com/bengalaverde

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