Retina Brasil presente no Congresso Norte Nordeste de Oftalmologia, em Salvador 2023

Retina Brasil esteve presente no Congresso Norte Nordeste de Oftalmologia, em Salvador entre os dias 29 de março e 01 abril. Representantes da Retina Bahia, grupo regional ligado à Retina Brasil também estiveram no Congresso interagindo com oftalmologistas.

O evento aconteceu no Centro de Convenções de Salvador / BA e foi organizado pela SNNO 2023 – SOCIEDADE NORTE NORDESTE DE OFTALMOLOGIA.

1ª foto: Ângela Presidente Retina Brasil, Gabriel e Teófilo, Equipe Administrativa Retina Bahia.
2ª foto: Dra Alpina Ramos, Oftalmologista e Especialista em Baixa Visão de Maceió, Alagoas, Malva ( Retina Bahia) Angela da Retina Brasil e Gabriela (Retina Bahia)


#CongressoNorteNordesteOftalmologia2023 #RetinaBrasil #Oftalmologia #RetinaBahia

45º SIMASP 2023- SIMPÓSIO OLHOS PARA A CIDADANIA: EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS OCULARES

45º SIMASP

SIMPÓSIO OLHOS PARA A CIDADANIA: EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS OCULARES

Participe!!!

 Quando: 25 de Março de 2023 (sábado) | 8h30 às 13h

Onde: Sala 7 | Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo/SP

Estacionamento no local

 Evento Gratuito | Não há necessidade de Inscrição

 COMO CHEGAR – a partir das 07h30:

Para participantes que optarem por transporte público:

Teremos Voluntários identificados com Coletes brancos (identificados por BENGALA VERDE – frente / VOLUNTÁRIO – atrás) na Estação Santo Amaro CPTM (Linha 9 – Esmeralda) que faz baldeação com a Estação Santo Amaro METRÔ (Linha 5 Lilás) para conduzi-los até as vans do SIMASP para transporte até o local.

Esses Voluntários estarão posicionados na saída para o Terminal de Ônibus.

Chegando no Transamérica Expo Center também haverá voluntários, na Entrada do SIMASP, para levá-los até a Sala onde acontecerá nosso evento.

SAÍDA – TÉRMINO do Evento

Não haverá vans do SIMASP até o metrô ou CPTM. Nossos voluntários darão apoio até o Ponto de Ônibus na Rua do Transamérica Expo Center.

Para participantes que optarem por transporte público:

Ônibus de Linha – Ponto na Rua do próprio Transamérica ExpoCenter
Trajeto: Transamérica ExpoCenter até a Estação Santo Amaro (CPTM e/ou METRÔ

Todos com o destino para: TERMINAL SANTO AMARO

Números de Linhas:   6013-10;  6043-10;  6200-10

IMPORTANTE: depois que subirem no ônibus deverão descer no próximo      ponto

 UBER: do local do evento até Estação Santo Amaro (CPTM e/ou METRÔ)
Valor Estimado: R$ 17,00 (Distância 2 Km)

Mais Informações: e-mail contato@retinabrasil.org.br

Coordenadores: Adriana Berezovsky, Juliana M. Ferraz Sallum, Solange Rios Salomão, Mauro Campos

PROGRAMAÇÃO

  • Introdução sobre Epidemiologia Ocular
    Solange Rios Salomão
  • Desigualdades Regionais na Deficiência e Cegueira no Brasil
    Sung Eun Song Watanabe
  • Cirurgia de Catarata em Números
    Milton Seiyu Yogi
  • Pterígio
    Adriana Berezovsky
  • Epidemiologia do Glaucoma no Brasil
    Ivan Maynart Tavares
  • Importância da Informação Epidemiológica para Planejamento de Ações em Saúde Ocular
    Cristiano Caixeta Umbelino
  • Impacto da Cegueira e Deficiência Visual na Qualidade de Vida Relacionada à Visão
    Cecilia Cabral Vasconcellos
  • Aspectos Epidemiológicos das Doenças Raras
    Juliana M. Ferraz Sallum
  • Diabetes e o Impacto na Saúde Ocular
    Paulo Henrique Avila Morales
  • Tratamento da Degeneração Macular no Brasil
    Arnaldo Furman Bordon
  • Discussão e Fechamento
    Mauro Campos

Nos encontraremos lá!

Retina Santa Catarina – Conheça o Grupo!

Somos um Grupo Regional membro da Retina Brasil, que tem como missão acolher todas as pessoas com deficiência visual, informando as diversas doenças de visão, desde as mais comuns até as doenças degenerativas raras e hereditárias da retina.

O Grupo Retina Santa Catarina divulga pesquisas, eventos e novidades sobre as diversas patologias, direitos da Pessoa com Deficiência (PcD), proporcionando a troca de experiências sobre auxílios ópticos, aplicativos de celular e computador, exames médicos, alimentação e vitaminas, cuidados com os olhos e a convivência com a família e amigos.

Cadastre-se no Grupo Retina Santa Catarina

Você é de Santa Catarina e tem baixa visão ou cegueira?

Faça seu cadastro pelo link: https://forms.gle/co9o39fjW3wyYRCt6

 

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 Temos também um grupo no WhatsApp composto por pessoas de Santa Catarina com baixa visão e cegueira, para receber e compartilhar informações, notícias, tratamentos, experiências, novidades e muito mais…

Informações: (47) 99185-4615

 

FORMAÇÃO DO GRUPO RETINA SANTA CATARINA

Comitê Científico

Dra. Renata Portella Nunes
Tel: (48) 3222-3380
Especialista em Retina Clínica e Cirúrgica – UNIFESP.
Doutora em Oftalmologia – UNIFESP.
Post Doctorate Associate – Bascom Palmer Eye Institute – EUA.

Contatos

E-mail: retinascatarinasc@gmail.com
Coordenador Geral: Emerson Deretti
(47) 99185-4615
Jaraguá do Sul

Vice Coordenadora: Samara de Souza Pinto Artem Moreira
(48) 99959-6532
Florianópolis

Secretário: Dirceu Salm
(47) 3300-0182
Lontras

Apoio: Moacir Jonny Rocha
(47) 99195-5753
Jaraguá do Sul

 Apoio: José Humberto Moraes
(19) 99425-6921
Florianópolis

Se você conhece alguém com doença de visão em Santa Catarina, nos indique!

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Você não está sozinho… Nossa união é a nossa força!

dúvidas e informações:  retinascatarinasc@gmail.com

Entrevista com Sylvia Elisabeth pelo Dia Internacional da Mulher 2023

No dia internacional da Mulher 2023, a nossa querida Marina Leite entrevista a presidente da @retinacampos_ , a Sylvia Elisabeth.

A trajetória da Sylvia representa a trajetória de milhares de mulheres brasileiras que enfrentam sua jornada com muita força, garra e coragem.

Feliz Dia Internacional da Mulher!

#RetinaBrasil #RetinaCampos #DoencasdaVisao #DoencasdaRetina #DiaInternacionaldaMulher2023

Assista o vídeo aqui: https://youtu.be/TDUiKWbm88Q

DIA INTERNACIONAL DA MULHE- 8 MARÇO DE 2023

A  MULHER E OS CUIDADOS COM A VISÃO

No seu dia, mulher, a Retina Brasil vem falar das doenças oculares mais comuns, ligadas principalmente ao processo de envelhecimento e ao papel dos hormônios femininos.

Os erros refrativos (miopia, astigmatismo, hipermetropia, presbiopia) tendem a predominar em mulheres. Eles são de fácil correção, mas muitas vezes não são diagnosticados por falta de acesso a oftalmologistas e ausência de informação. As mulheres apresentam maior risco de doenças como cataratas nucleares e glaucoma. A degeneração macular relacionada à Idade acomete mais mulheres a partir dos 40 anos e é agravada com o  uso do cigarro.  A retinopatia diabética, uma das manifestações do diabetes, pode levar a edemas de mácula graves, e deve requerer cuidados das  mulheres e seus oftalmologistas.

Os hormônios podem ter impacto sobre a visão da mulher grávida (causando olho seco, retinopatia diabética). Na menopausa e na histerectomia (extração cirúrgica do útero) desequilíbrios hormonais decorrentes podem levar a problemas oculares.

O olho seco é um problema que acomete mulheres na medida em que avançam na idade.  Doenças da tireóide, causadas pela produção excessiva do hormônio podem levar a problemas oculares, como a doença ocular da tireoide (DOT) que acomete as mulheres em maior quantidade.

Uma vida saudável ajuda a evitar o surgimento ou agravamento dos problemas da visão, por isso recomenda-se:

  • Ficar longe do cigarro
  • Ter uma alimentação rica em nutrientes para a visão (peixes, nozes, legumes, ovos, frutas vermelhas)
  • Usar chapéu e óculos de proteção contra os raios ultravioletas vindos da exposição ao sol
  • Praticar exercícios físicos e controlar o peso para evitar diabetes e hipertensão, doenças que têm impacto na visão
  • Verificar se na história da família há casos de glaucoma, degeneração macular relacionada à idade e diabetes e atentar para os sintomas iniciais dessas doenças
  • Ao fazer uso de produtos para maquiagem do olho, cuidar da higiene,  removendo os produtos  após o uso e verificando a validade do produto usado no olho.

É muito importante ficar atenta a mudanças na sua visão. Cuide dela, e visite uma/um oftalmologista ao menos uma vez ao ano.  Se você já passou dos 40 anos solicite ao seu médico um exame de fundo do olho para saber como está a sua retina.

Visite nossa página para mais informações www.retinabrasil.org.br

Descrição da Imagem: Card branco com uma foto de uma mulher preta, jovem, com um olhar marcante e sorrindo. Ela tem cabelos pretos longos que aparecem de lado. Veste blusa branca. Ao lado dela está escrito: 08 de março, dia internacional da Mulher. Abaixo, em uma faixa branca, está o logo da Retina Brasil

CAMPANHA OLHOS RAROS DA RETINA BRASIL – DOENÇA OCULAR DA TIREOIDE (DOT)

No mês das doenças raras, a Retina Brasil lança a campanha OLHOS RAROS, com informações sobre doenças raras que acometem a visão. Hoje vamos falar da Doença Ocular da Tireoide ou DOT.

A Doença Ocular da Tireoide é rara, crônica, de caráter autoimune, apresentando em alguns momentos uma fase crítica que demanda tratamento. Afeta a órbita ocular, a pálpebra e a córnea e pode atingir a parte posterior do globo ocular. A inflamação de tecidos e músculos pode comprimir o nervo ótico, provocando problemas de visão. A DOT é mais frequente em pessoas com doença de Graves – mas é uma doença distinta que requer tratamento diferente.

Em 90% dos casos, a DOT está relacionada ao hipertireoidismo, caracterizado pela produção excessiva do hormônio da tireoide. Em menor proporção, a Doença Ocular da Tireóide pode ocorrer em pacientes com a tireoide normal ou com hipotireoidismo ( 10% dos casos de DOT).

2 – Sintomas da DOT
Quanto mais cedo forem detectados os sintomas da DOT o tratamento médico pelo oftalmologista e pelo endocrinologista pode ter início. Os sintomas são:
OLHOS SECOS E ÁSPEROS
OLHOS ARREGALADOS
OLHOS VERMELHOS
ESTRABISMO
VISÃO DUPLA
OLHOS LACRIMEJANTES.
FOTOFOBIA
PERDA DE VISÃO DE CORES
VISÃO EMBAÇADA
PÁLPEBRAS INCHADAS
PERDA DE VISÃO .
RETRAÇÃO DA PÁLPEBRA.
DOR E PRESSÃO OCULAR

3 – A DOT está associada a efeitos Psicológicos e Emocionais significativos 63% dos pacientes tiveram sofrimento psicossocial devido à DOT 52% dos pacientes com DOT tiveram uma perda de autoconfiança devido a mudanças na aparência FÍSICA, capacidade visual e até mesmo no bem-estar emocional.
42% dos pacientes com DOT têm ansiedade e/ou depressão

4 – DIAGNÓSTICO DA DOT
A DOT é uma condição rara e detectá-la precocemente é importante. O diagnóstico e o tratamento devem ser multidisciplinares, requerendo a presença do médico oftalmologista, do endocrinologista, e em alguns casos, de um cirurgião especialista em Oculoplástica, Órbita e Vias lacrimais.

5 – TRATAMENTO
O tratamento precoce da DOT pode ajudar a prevenir danos oculares graves. A DOT é uma condição séria e envolve risco de perda da visão. Pode piorar com o tempo se não for tratada. O tratamento da DOT poderá envolver diferentes especialista no processo, como oftalmologista especialista em DOT, endocrinologista, psiquiatra, psicólogo.

Alguns tratamentos comuns para a DOT são: colírio ou gel, corticoides, radioterapia, cirurgia, Descompressão Orbitária, Anticorpos monoclonais. Em janeiro de 2020, a agência reguladora de medicação Food and Drug Administration (FDA) dos EUA, aprovou o teprotumumab, o primeiro medicamento anticorpo monoclonal aprovado com indicação para tratar a Doença Ocular da Tireoide.

Fontes:
E-BOOK – Conheça_a_Doença_Ocular_da_Tireoide_DOT.pdf
Horizon TED Scientific Guidebook_(Brazil) (2) (3).pdf
DOENÇA TIREOIDIANA E AS ALTERAÇÕES OCULARES – SBOP – Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica.

Descrição da Imagem: Card branco ladeado por detalhes em tons de verde. No centro superior, o logo da Campanha Olhos Raros e no meio o enunciado do post: Doença Ocular da Tireoide (DOT). Finaliza com o logo da Retina Brasil no rodapé. Fim da descrição.

A Surdez e a Síndrome de Usher – Campanha Olhos Raros

(por Ana Lucia Perfoncio )

A comunidade surda é composta por pessoas com vários níveis de perda auditiva, de diferentes origens e culturas. Cada pessoa se identifica com seu próprio termo preferido.

A perda auditiva tem várias causas e pode acontecer de duas formas:

– Congênita:  quando o bebê já nasce surdo, seja por motivo de  hereditariedade (como é o caso da síndrome de Usher: doença caracterizada pela surdez e pela perda gradativa da visão), ou devido ao efeito de medicamentos, drogas ou álcool consumido pela gestante, ou de doenças adquiridas durante a gestação (rubéola, sarampo e outros), infecções hospitalares, parto antes ou depois do tempo ideal.

– Adquiridas: encontram-se naqueles que nascem com a audição normal, mas por algum fator patológico ou acidental perdem a audição. Ex: Doenças infecciosas como otite, rubéola, meningite, sarampo, caxumba entre outros, tumores no ouvido, Ingestão de remédios tóxicos para os ouvidos, exposição a sons impactantes (como os de uma explosão) ou a sons contínuos muito altos, devido a  acidentes/traumas. A causa mais comum é a perda auditiva devido ao envelhecimento.

Em relação à surdez congênita é fundamental a realização do teste da orelhinha, um exame feito nas primeiras horas de vida que faz parte da triagem na maioria das maternidades. O teste é rápido e indolor e pode detectar quase 100% dos problemas auditivos.

Ao detectar a surdez, o paciente deve buscar  com um otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo. Os especialistas podem recomendar uso de aparelhos auditivos (AASi) e o modelo ideal para cada caso. Já em casos de surdez profunda, indica-se o implante coclear (IC): um aparelho eletrônico de alta complexidade tecnológica, implantado cirurgicamente.

Em alguns casos,  pessoas com surdez profunda não conseguem  testar  o uso de aparelhos auditivos e/ou implante coclear. São os que não se adaptaram, ou não tiveram acompanhamento terapêutico necessário. Eles  utilizam a língua de sinais como forma de comunicação. A língua de sinais é uma opção comum, boa e acessível, embora haja limitações por não ser compreendida pela maioria da população ouvinte.

Existem 4 tipos de surdos:

– Surdo sinalizado: Pessoa com perda auditiva e que não desenvolveu a fala. Geralmente usa a linguagem gestual, a língua de sinais oficial de seu país. (libras, no Brasil)

– Surdo oralizado:  pessoa com perda auditiva, seja parcial ou total,  que desenvolveu sua técnica vocal. Ele pode usar ou não aparelho auditivo/implante coclear e também fazer leitura labial para se comunicar. Nem todo surdo oralizado sabe a língua de sinais.

– Surdo bilíngue: é  o  surdo que domina a língua oral e a língua de sinais. Os bilíngues seriam então, usuários de duas línguas, utilizando-se de uma ou de outra para comunicar-se de acordo com seu interlocutor.

– Surdocego: É o caso das pessoas com Síndrome de Usher. Elas tem um comprometimento auditivo e visual. Ser surdocego não implica quantidade de visão e audição que a pessoa tem, e sim o  impacto combinado de perda sensorial.  O surdocego pode ser surdo oralizado, sinalizado ou bilíngue. O único diferencial é que ele também possui deficiência visual.

Segundo Censo do IBGE   em 2010 o Brasil possuía cerca de 10 milhões de surdos. Em cada mil recém-nascidos, três já nascem com perda auditiva.

É muito importante entender as necessidades específicas de comunicação de cada pessoa surda, seja falando de frente e de forma adequada e pausada para os surdos oralizados ou disponibilizando os serviços de intérpretes de libras para os surdos sinalizados.

Descrição da Imagem: Card branco ladeado por detalhes em tons de verde. No centro superior, o logo da Campanha Olhos Raros e no meio o enunciado do post: Conheça a Síndrome de Usher. Finaliza com o logo da Retina Brasil no rodape. Fim da descrição.

CONHEÇA A DOENÇA DE STARGARDT

Doença de Stargardt

É uma doença hereditária da retina, que leva à perda progressiva da visão, começando, em geral pela perda da visão central (visão dos detalhes, da leitura, do reconhecimento facial). A perda de visão central pode progredir ao longo do tempo, prejudicando a visão periférica e levando a cegueira legal.

Quais são os sintomas?

A doença de Stargardt geralmente é diagnosticada nas duas primeira décadas de vida. No entanto, os sintomas podem aparecer em qualquer idade ou momento de vida. Os  sintomas mais comuns incluem: Dificuldade para ler, ver rostos e detalhes; Dificuldade para identificar cores parecidas e com constraste; Sensibilidade à luz; Dificuldade com a transição entre ambientes claros e escuros

Qual o gene associado à Doença de Stargardt? Como identiicá-lo?

Na maioria dos casos está associada a mutações no gene ABCA4. Este gene fornece instruções para produzir uma proteína importante para o funcionamento da retina. Quando existe a doença essa proteína não funciona corretamente, danificando a retina. A Doença de Stargardt é geralmente herdada de forma autossômica recessiva, isto é, o gene é herdado de ambos os progenitores.

O teste genético é o exame que identifica o gene associado à Doença de Stargardt. No entanto, o diagnóstico é feito com base nos exames clínicos (exames de fundo olho, retinografia, etc.) somado aos sintomas e ao teste genético. A clínica é fundamental e o médico oftalmologista especialista em doenças hereditárias da retina é o profssional qualificado para avaliar e diagnosticar a Doença de Stargardt.

Quais as pesquisas para a Doença de Stargardt?

Algumas das áreas de pesquisa que estão em andamento incluem:

Terapia gênica: visa reparar ou substituir o gene cuja mutação é  responsável pela doença de Stargardt.

Terapias celulares: exploram a possibilidade de transplantar células saudáveis na retina para substituir as células danificadas e restaurar a visão.

Medicamentos: há vários medicamentos em estudo que visam interferir no ciclo da retina com o objetivo de  estabilizar a perda da visão.

Cuidados com a visão para quem tem doença de Stargardt: não fazer  uso de suplementos com vitamina A;  usar óculos escuros ao se expor ao Sol ou em ambiente muito iluminado; fazer atividade física; alimentar-se de forma saudável

A Doença de Stargardt é uma DOENÇA RARA?

A Doença de Stargardt afeta cerca de 1 a cada 10.000 pessoas e portanto é uma DOENÇA RARA!

É importante consultar um oftalmologista regularmente para monitorar a progressão da doença e cuidar da saúde ocular.

Descrição da Imagem: Card branco ladeado por detalhes em tons de verde. No centro superior, o logo da Campanha Olhos Raros e no meio o enunciado do post: Conheça a doença de Stargardt. Finaliza com o logo da Retina Brasil no rodape. Fim da descrição.

Programa de Apoio Psicológico gratuito oferecido pela Retina Brasil 2023

ATENÇÃO

Se você tem alguma dessas doenças da retina:
– degeneração macular relacionada à idade,
– edema macular diabético ou
– doença hereditária da retina
e quer participar de um programa de apoio psicológico gratuito oferecido pela Retina Brasil entre em contato com nossa organização pelo telefone/whatsapp (11) 99402 7584 ate o dia 22 de fevereiro.

Descrição da Imagem: Card branco com o desenho de um cérebro de um lado azul e outro laranja no centro superior. No meio, o enunciado: Programa de apoio Psicológico gratuito oferecido pela Retina Brasil. Saiba mais. No centro do rodapé está o logo da Retina Brasil e um detalhe ondulado em verde como enfeite da arte. Fim da descrição.

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LIVE: Campanha Olhos Raros da Retina Brasil 13-02

A campanha Olhos Raros da Retina Brasil traz informações sobre as Doenças Raras Hereditárias da Retina que acometem a VISÃO e por isso, a Retina Brasil fará uma importante live para falar sobre o assunto no dia 13 de fevereiro, às 19h. Para assistir à live no dia 13, basta clicar aqui:
 
Uma excelente oportunidade de aprender e se informar.
 
Convidadas: Dra Mariana Vallim Salles, oftalmologista e Dra Carolina Fischinger Souza, geneticista.
 
#RetinaBrasil #DoencasHereditariasdaRetina #DoencasRaras #diaMundialdasDoencasRaras2023
Descrição da Imagem: card branco dividido por uma onda em verde degradê. Do lado esquerdo tem o logo da campanha Olhos Raros, o dia e hora e o logo de que haverá tradução em libras. Do lado direito as fotos das palestrantes, Dra. Carolina Fishinger, geneticista e Dra Mariana Vallim Salles , oftalmologista e o logo da Retina Brasil e do Rare Disease Day. Fim da Descrição.