A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) iniciou em 27 de junho consulta pública para atualizar a cobertura mínima obrigatória que os planos de saúde devem oferecer a seus beneficiários. O novo rol entrará em vigor em 1º de janeiro de 2018.
A contribuição de todos é muito importante. O recebimento das contribuições ocorre no período de 27.06 a 26.07.2018, exclusivamente por meio do preenchimento do formulário disponível na página CP 61, no portal da ANS, acesse: www.ans.gov.br – ROL2018
Contribua!!!
LANÇAMENTO DO GRUPO RETINA CAMPOS
Aconteceu neste último 06 de maio o lançamento de mais um Grupo Regional da Retina Brasil – o Grupo Retina Campos. Formado para dar informação e apoio às pessoas com Retinose Pigmentar e Visão Subnormal. Algumas das finalidades do Retina Campos são:
* dar conhecimento dos avanços das pesquisas para um possível tratamento e cura da Retinose Pigmentar;
* informar sua comunidade de pessoas com doenças degenerativas da Retina sobre as características clínicas e genéticas de suas doenças;
* prestar serviços de informação sobre acesso a consultas, exames e orientação sobre visão subnormal em hospitais/clínicas públicos e particulares;
* contactar oftalmologistas, especialistas em retina e em visão subnormal, para que sejam parceiros da associação participando de eventos;
* estabelecer contatos com defensores públicos e advogados que possam orientar os pacientes nos direitos e nas leis que podem beneficiar pessoas com algum tipo de deficiência visual e auditiva;
* parcerias com psicólogos e assistentes sociais para ajudar aos membros na questão de motivação, qualidade de vida e socialização.
* promover eventos informativos e de sociabilidade, em que os participantes possam dar depoimentos sobre sua vida e sobre como superam dificuldades no dia a dia.
CONTATOS COM O RETINA CAMPOS:
Sylvia Elizabeth de A. Peixoto
Coordenadora Geral
WhatsApp: (22) 98809-4420
Email: retina.campos@yahoo.com
Reuniões em Fortaleza/CE
REUNIÕES DA RETINA BRASIL COM RETINA CEARÁ
EM FORTALEZA NOS DIAS 17 E 18 DE MARÇO DE 2017
Nos dias 17 e 18 de março representantes da Retina Brasil: Maria Julia Araújo e Maria Antonieta Leopoldi se reuniram com pessoas interessadas em participar da reorganização da Retina Ceará. Houve a realização de palestras para um público de pacientes e profissionais da visão, cujos temas das palestras foram sobre as doenças degenerativas da retina, principalmente sobre o avanço das pesquisas científicas que buscam tratamento e cura para essas doenças (Veja o resumo dessas palestras no final deste artigo)
As representas da Retina Brasil aproveitaram a oportunidade para e visitar à UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC, que tem uma Área de Educação Especial para Pessoas com Deficiência. A UFC possui um curso de graduação em Linguagem de Libras (para surdos) e conta também com uma Secretaria de Acessibilidade, diretamente ligada à Reitoria da UFC, que presta assistência aos alunos universitários surdos, cegos, com baixa visão, cadeirantes e autistas.
Visitaram também duas associações de apoio ao deficiente visual: a SOCIEDADE DE ASSISTENCIA AOS CEGOS, que compreende um setor de assistência à saúde ocular e outro setor ligado à Educação, Reabilitação e Profissionalização de Cegos e Pessoas com Baixa Visão. Possui clinicas de oftalmologia, serviços de psicologia e de assistência social e hospital para cirurgias oftalmológicas; e a ASSOCIAÇÃO DE CEGOS DO CEARÁ (ACEC), entidade de caráter privado, sem fins lucrativos, que oferece cursos supletivos de educação para jovens e adultos cegos ou com baixa visão, de manhã à noite, incluindo laboratório de ensino de informática.
No dia 18 março: aconteceu o evento inaugural desta nova etapa da Retina Ceará. Este evento contou com a apresentação da nova diretoria do Retina Ceará, formada por quatro pessoas, entre elas Guilherme Ribeiro e Angela Souza. A reunião contou com cerca de 50 pessoas, entre pacientes, familiares de pacientes, profissionais da visão e representantes das duas entidades de cegos/baixa visão visitadas no dia anterior, o Prof. Paulo Roberto do Instituto dos Cegos e o Sr. Ferreira presidente da Associação dos Cegos Estava presente o vereador de Fortaleza, Dr. Eron Mendes, que é oftalmologista e que desenvolve ações sociais em comunidades de Fortaleza. O clima desta reunião foi extremamente favorável ao desenvolvimento de uma entidade de pacientes em Fortaleza, com muitas pessoas oferecendo seus trabalhos para atividades de voluntariado da associação.
RESUMO DAS PALESTRAS DE
18 DE MARÇO DE 2017 EM FORTALEZA
O que são doenças degenerativas da retina?
São doenças de caráter hereditário, com diferentes padrões de herança, causadas pela degeneração das células receptoras da retina (cones e bastonetes) e que levam à uma perda visual progressiva.
Os sintomas dessas doenças variam muito dependendo da célula fotorreceptora da retina que é acometida. Algumas doenças, como a retinose pigmentar causam dificuldade de visão à noite ou em ambientes escuros (chamada de cegueira noturna), intolerância à luz forte (fotofobia) e diminuição gradual do campo de visão, principalmente lateral.
Já nas degenerações maculares (Stargardt e Degeneração Macular Relacionada à Idade), ocorre uma perda progressiva da visão central, embaçamento e alteração das formas dos objetos, causando dificuldade de leitura e percepção de detalhes.
Essas doenças podem aparecer combinada com outras anomalias, atingindo outros órgãos. Nesses casos são chamadas de síndromes, como a de Usher, que junto com a perda visual (devido à retinose pigmentar) leva também à perda auditiva.
A maioria dessas doenças são consideradas doenças raras e ainda não têm cura ou tratamentos, mas muitas pesquisas estão acontecendo em vários países, o que nos dá a esperança de que em um futuro não muito distante teremos tratamentos para essas doenças da retina.
Para a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), do tipo úmida e também para a retinopatia diabética, existem tratamentos com medicamentos antiangiogênicos, (Anti-VEGF). DMRI e retinopatia diabética são doenças com alta incidência, saindo portanto do grupo das doenças raras da retina.
PRINCIPAIS PESQUISAS CÍENTIFICAS PARA O TRATAMENTO DAS DOENÇAS HEREDITÁRIAS DA RETINA
Vamos começar esse assunto entendendo o que são as pesquisas cientificas, que tendo sucesso se transformarão nos futuros tratamentos para as doenças hereditárias da retina. Estas pesquisas são chamadas de pre-testes clínicos e testes clínicos.
O QUE SÃO PRÉ TESTES CLÍNICOS?
. São testes para descobrir se uma linha promissora de terapia vai funcionar. Estes pré-testes são feitos em laboratório, usando células ou modelos animais. Quando são bem sucedidos estes pré-testes estabelecem o que se chama em ciência de “Prova de princípio”.
. Tendo sucesso nesses testes, os cientistas buscam recursos para continuar novas fases e buscam autorização para a realização dos testes clínicos.
O QUE É UM TESTE CLÍNICO?
. São testes controlados, que buscam saber se uma intervenção é segura e eficaz para uso dos pacientes.
. O teste clinico exige autorização para ser realizado, e deve ter seu registro nos órgãos fiscalizadores como a FDA (nos Estados Unidos) ou EMA (na Europa).
. As pesquisas sob a forma de teste clinico tem 3 fases:
Fase 1 – pequenos grupos de pacientes que testam somente se o tratamento é seguro (de 06 a dez pessoas)
Fase 2 – com número maior de pacientes que testam segurança, dosagem e eficácia (cerca de 20 pessoas)
Fase 3 – testes feitos em vários centros que testam a eficácia para futuro registro da medicação
É importante salientar que testes clínicos não são tratamentos
TESTES CLINICOS E PRÉ-CLÍNICOS EM ANDAMENTO EM VARIOS PAÍSES
. Terapia genética (substitui o (s) gene (s) defeituoso (s) )
. Agentes de sobrevivência neuronais
. Intervenções farmacêuticas (medicamentos)
. Retinas artificiais
. Células tronco e células de substituição (fabricadas em laboratório)
TERAPIA GENÉTICA é a inclusão de material genético em uma pessoa com a finalidade de tratamento.
GENOTIPAGEM – é o exame genético que busca as mutações presentes em um gene e que são responsáveis pela doença em questão.
O TESTE GENÉTICO É IMPORTANTE PARA:
. Especificar o diagnóstico da doença,
. Estudar implicações de risco para familiares terem determinada doença ou o risco de ter um filho com a doença,
. Indicar a participação em estudos clínicos que sejam específicos para determinados genes.
ATUAIS TESTES CLÍNICOS COM TERAPIA GENÉTICA
. para o gene RPE65, causador da Amaurose Congênita de Leber
. empresa Stargen pesquisa terapias para o gene ABCA4 (um dos genes que levam à Stargardt) e para o gene CRD da Coroideremia
. empresa UshSTAT pesquisa terapia genética para a Síndrome de Usher Tipo 1b – . Para o gene MYO7A que também leva à Sindrome de Usher 1b há estudo pela empresa Sanofi
. empresa Nightstarx (Reino Unido) desenvolve teste clinico para Coroidemia ( observa-se que um dos pacientes que se submeteu ao teste clinico conseguiu ver as estrelas após o tratamento) – 14 pacientes tratados com melhora na acuidade visual
. Retinose Pigmentar ligada ao cromossoma X
. AIPL1 para Amaurose Congênita de Leber
. recentemente foi concluída a fase 3 do teste clinico de terapia genética para Amaurose Congenita de Leber , gene RPE65 com 29 pacientes nos Estados Unidos. Este estudo está sendo apresentado para aprovação no FDA dos Estados Unidos pela empresa Spark Therapeutics.
AGENTES NEUROPROTETORES
Nos estudos clínicos com os agentes neuroprotetores foram percebidos resultados como melhoria da proteção dos fotorreceptores e o retardo na degeneração da retina. Esses agentes neuroprotetores pesquisados são:
. fator de crescimento – Este teste clinico, realizado pela empresa norteamericana Neurotech, em andamento, consiste em introduzir no olho uma pequena bolsa, do tamanho de um grão de arroz, que contém um medicamento que protege as células da retina e retarda a progressão da degeneração.
. eletroestimulação Um aparelho ligado a eletrodos colocado na parte inferior do olho emite uma corrente elétrica (muito baixa) que estimula os fotorreceptores.
O estudo mostrou melhora na visão de alguns pacientes, provavelmente pelo aumento de agentes neurotróficos. A eletroestimulação, desenvolvida na Alemanha pela empresa Okuvision já foi aprovada na Europa. Contudo seus resultados no longo prazo ainda são desconhecidos.
. medicamentos antioxidantes:
São suplementos alimentares (vitaminas e nutrientes) que objetivam proteger as células da retina e retardar a evolução da degeneração.
– nos Estados Unidos foi realizado no inicio deste século o “Estudo AREDS”, para pacientes com DMRI seca. O uso de nutrientes como a luteína e a zeaxantina testados neste estudo, resultaram na proteção das células da retina, desacelerando a progressão da DMRI seca para a úmida.
– Retinacomplex foi um medicamento desenvolvido na Europa, que tem sido indicado para pacientes com retinose pigmentar. Testes clínicos feitos em ratos mostraram notável preservação da retina nesses animais. Os estudos com os pacientes, usando este medicamento ainda não foram concluídos.
INTERVENÇÕES FARMACOLÓGICAS
. um dos primeiros tratamentos para pacientes com problemas da retina veio do medicamento antiangiogênico (Anti VEGF), indicado, sob a forma de injeções no olho, para DMRI úmida e retinopatia diabética.
. o medicamento QLT Retinoid (um derivado da Vitamina A) tem sido testado em pacientes com Amaurose Congênita de Leber (causada pelo gene RPE65)
. Vitaminas, Carotenóides e antioxidantes, etc.
.. Estatinas
RETINAS ARTIFICIAIS (Chip eletrônico)
Nesta abordagem, um pequeno chip é implantado na retina do paciente;. Através do chip, que faz o papel de uma retina, a imagem é processada e transmitida ao cérebro através do do nervo optico.
. O chip Argus II da empresa Second Sight (EUA) já está sendo comercializado na Europa e Estados Unido. A qualidade de visão proporcionada por esse chip ainda é muito baixa, sendo indicado para quem não tem mais visão. Estudos continuam para melhorar a resolução do chip e assim melhorar a qualidade de visão.
. Há estudos com Implante retiniano também na Alemanha, através da empresa Retina Implant AG
TESTES CLÍNICOS USANDO CÉLULAS TRONCO
Essa terapia consiste em injetar células tronco na retina (através de cirurgia), para substituir as células comprometidas pelo processo degenerativo. Estas células podem ser –
. células tronco embrionárias que vão desenvolver células novas na retina (pesquisas estão sendo feitas com pacientes com DMRI e Stargardt).
. células tronco embrionárias para desenvolver células Fotoreceptoras (em pacientes com Retinose Pigmentar).
. Um grupo no Japão está conduzindo teste clínico para DMRI úmida usando células tronco.
.
PHOTOSWITCHES OU OPTOGENÉTICA
. este experimento se destina a pacientes com estágio avançado de perda de visão, cujas células fotorreceptoras já estão mortas, mas a camada neural permanece intacta. Esta tecnologia visa atuar estimulando a camada neural da retina.
TRATAMENTOS EXISTENTES
Podemos falar em TRATAMENTOS apenas para os casos de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) do tipo úmida e para a Retinopatia Diabética. A DMRI úmida acontece quando ocorre crescimento desordenado de vasos na retina, os quais se enchem de água e vazam, danificando a retina. O tratamento se dá com injeções de anti-VEGF no olho e já existem vários medicamentos no mercado para tratar estas doenças. Vale alertar que os medicamentos usados neste tratamento são de alto custo e não estão disponíveis no SUS. A Retina Brasil tem desenvolvido ações para que os pacientes diagnosticados pelo SUS, com DMRI úmida e retinopatia, tenham acesso a esse tratamento.
Para a DMRI tipo seca, ainda não há tratamento. Estudos mostram que a fórmula antioxidante derivada do estudo AREDS (luteína e zeaxantina) retardam a progressão da doença.
Texto de Maria Julia Araújo a partir da viagem ao Ceará – texto de 25/03/2017
REVISTO POR MARIA ANTONIETA LEOPOLDI EM 26/03/2017
Retina Brasil presente no Congresso a Sociedade de Retina e Vítreo.
Abril Marrom 2017
Caro Afiliado;
PARTICIPE!
03 DE ABRIL DE 2017 – 14 HORAS
CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO – SALÃO NOBRE
“ABRIL MARROM”
Abril Marrom será o mês de conscientização da população para a Prevenção da Cegueira – diagnóstico, tratamento precoce e reabilitação,
Haverá uma solenidade de abertura dia 03 de abril, às 14h, no salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo – Viaduto Jacareí, 100 – Centro. Durante o mês de abril haverá uma programação com várias palestras com temas importantes sobre saúde da visão.
Convidamos você e sua família a participarem da solenidade de abertura. Sua participação será muito importante para que juntos, classe médica e pacientes, possamos lutar por melhorias significativas na saúde, especialmente nas questões da saúde ocular.
Todos nós sabemos da dificuldade de se conseguir junto ao Sistema Único de Saúde uma consulta para acompanhamento e tratamento para os problemas de visão – 65% da população brasileira depende da assistência do SUS
A maioria das doenças degenerativas da retina não tem cura, porém exames e acompanhamento da doença são necessários para se tratar de outros problemas de visão que, muitas vezes, aparecem juntos com uma doença degenerativa. O edema de mácula e a catarata são muito comuns em pacientes com Retinose Pigmentar e se não tratados causam a perda da visão.
A DMRI, tipo úmida, se diagnosticada precocemente pode ser tratada evitando a perda irreversível da visão, porem a dificuldade de se conseguir uma consulta, exames e tratamento pelo SUS faz com que muitas pessoas tenham perca irreversível da visão.
Muitas pessoas ainda estão perdendo a visão por não conseguirem uma cirurgia de catarata,
Enfim, são muito os problemas de visão que precisam de mais atenção do poder público para a prevenção da cegueira.
Esperamos você no dia 03 de abril para juntos modificarmos essa triste realidade.
Dúvidas ligue na nossa sede 5549-2239 ou nos escreva retinasp@retinasp.org.br
Cordialmente,
Maria Julia da Silva Araujo
Presidente
Grupo Retina São Paulo



Projeto Bengala Verde
Uma pessoa com baixa visão pode ter muita dificuldade de locomoção, mas ainda pode ser capaz de ler. Essas pessoas não são totalmente cegas. Um caso verídico, que bem ilustra a situação é o do indivíduo com campo visual restrito que entra no vagão do Metrô utilizando sua bengala. Educadamente, os demais indivíduos do vagão cedem lugar para o indivíduo com a deficiência. O deficiente visual que tem visão subnormal agradece, senta-se e, na sequencia, abre um livro e começa a ler. Aquele que cedeu o lugar, por absoluto desconhecimento, sente-se enganado e agride o deficiente. O público leigo não entende que um indivíduo com visão subnormal pode ter o campo periférico extremamente reduzido a ponto de precisar de uma bengala para se locomover, mas mesmo assim ser capaz de ler utilizando sua visão central. Essa é apenas uma das inúmeras situações do dia a dia que as pessoas portadoras de baixa visão enfrentam em função única e exclusivamente do desconhecimento da sociedade em relação à baixa visão.
A utilização da Bengala Verde pelas pessoas de baixa visão tornará possível sua identificação e diferenciação em relação às pessoas cegas. Daí a importância do projeto Bengala Verde, que surge como um instrumento de comunicação dos indivíduos com baixa visão com a sociedade, tendo como objetivo a conscientização da sociedade brasileira acerca da existência e consequências da baixa visão.
Seu apoio é fundamental. Divulgue essa realidade!
GRUPO RETINA SÃO PAULO
PROJETO BENGALA VERDE
SEMANA DA CONSCIENTIZAÇÃO, PREVENÇÃO E COMBATE À RETINOPATIA DIABÉTICA
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo instituiu através de projeto de lei n. 20 de 2017 a SEMANA DA CONSCIENTIZAÇÃO, PREVENÇÃO E COMBATE À RETINOPATIA DIABÉTICA na primeira semana de abril. Essa medida visa orientar a população de São Paulo sobre os riscos da doença, usando a rede publica e privada de ensino e de saúde do Estado de São Paulo para divulgar o que é retinopatia diabética, seus sintomas, como prevenir a doença e como tratá-la uma vez diagnosticada.
A Retina Brasil aplaude a iniciativa da Assembleia Legislativa e se engajará nas atividades que serão organizadas no período.
Convite – Simpósio Olhos para Cidadania
18 DE FEVEREIRO DE 2017 (Sábado)
SIMPÓSIO OLHOS PARA CIDADANIA/2017
DAS 10h30 às 13h00
Local: Maksoud Plaza Hotel
Alameda Campinas nº 150 – Cerqueira Cesar
Estação Trianon Masp do metrô
Temas das palestras:
- O que é genotipagem
- Cultivando células no laboratório
- Terapia Celular
- Stargardt
- Coroidemia
- Amaurose Congênita de Leber
- Reabilitação
- Meu filho tem dificuldade de enxergar. E agora?
Dúvidas entrem em contato na sede do Grupo Retina São Paulo fone: 11 5549-2239 ou e-mail retinasp@retinasp.org.br
Segue cartaz com o programa deste evento.
DECRETO Nº 8.954, DE 10 DE JANEIRO DE 2017- Institui o Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência e dá outras providências.
DECRETO Nº 8.954, DE 10 DE JANEIRO DE 2017
DOU de 11/01/2017 (nº 8, Seção 1, pág. 14)
Institui o Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão DA Pessoa com Deficiência e DA Avaliação Unificada DA Deficiência e dá outras providências.
Brasília, 10 de janeiro de 2017; 196º da Independência e 129º da República.
COMEMORAÇÃO 25 ANOS DO RETINA RIO – IBX – 05/11/2016
INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT(IBC) – Auditório
Endereço: Av. Pasteur, nº. 350/368, Urca – Rio/ RJ – www.ibc.gov.br
05 de Novembro de 2016(sábado), das 9h às 13h
O RETINA RIO, organização formada para dar apoio e informações a pacientes com doenças degenerativas da retina(DDRs), CONVIDA para o evento especial de 25 anos, com breve exposição do grupo, bem como do avanço científico visando ao tratamento de doenças como a Retinose Pigmentar(RP), Doença de Stargardt, síndrome de Usher, Amaurose Congênita de Leber, Degeneração Macular Relacionada a Idade(DMRI) entre outras.
PROGRAMA
HORÁRIO TEMA PALESTRANTE
9h às 9h30 Abertura do evento Maria da Gloria Almeida (IBC); Gilzete Magalhães( Retina Rio); Maria Julia Araujo(Retina Brasil)
9h30 às 9h50 O Congresso da Retina Internacional em Taipei, Taiwan 2016. O que aprendemos? Maria Antonieta Leopoldi (Retina Rio)
9h50 às 10h Perguntas
10h30 às 10h45 Estudo clínico de terapia genética da SPARK THERAPEUTICS
Dr. Paulo Falabella(Chefe do Setor Médico/Oftalmológico da SPARK)
9h50 às 10h Perguntas
10h45 às 11h05 Ações de ADVOCACY nas Empresas: parceria, inovação, dedicação Cristiana Petriz(Patient Advocacy/ Relações com a comunidade de Pacientes, SPARK THERAPEUTICS)
11h05 às 11h15 Perguntas
11h15 às 11h45 O Diagnóstico Genético de Pacientes comm Retinose Pigmentar Precoce e Amaurose Congênita de Leber – Drª Rosane Resende (Comitê Científico do Retina Rio/Retina Brasil)
11h45 às 12h05 Perguntas
12h05 às 13h Encerramento e Comemoração dos 25 anos do Grupo Retina Rio
– Este evento é GRATUITO e não necessita de inscrição
– teremos EXPOSITORES com produtos para baixa visão







